Essa semana se comemorou os 40 anos do milésimo gol de Pelé. Vamos relembrar o penalti batido no jogo Vasco x Santos no Maracanã.
Essa semana se comemorou os 40 anos do milésimo gol de Pelé. Vamos relembrar o penalti batido no jogo Vasco x Santos no Maracanã.
As duas séries criadas e escritas por Shonda Rhimes, “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”, tiveram seus últimos episódios do ano essa semana nos EUA. Agora os nosso médicos queridos só voltam em 2010 e com um crossover. Em janeiro é a vez de Mark Sloan e Addison Montgomery se encontrarem novamente. Será que terá algo relacionado ao fato de Mark estar esperando um neto? Teremos que esperar para ver.
As duas séries estão em um ótimo momento. Meredith tendo que lidar com o alcoolismo do Chief, Cristina e seu triangulo amoroso, Lexie e Mark tendo que lidar com a filha dele, todos assuntos que serão bem explorados nos próximos 14 episódios. Já em Los Angeles as coisas começaram a entrar um pouco nos eixos, Violet está melhor, Cooper e Charlotte estão as turras como sempre, Addison e Sam… bom esses dois ainda vão dar o que falar.
Para os fãs não ficarem desesperados com a falta de episódios “Grey’s Anatomy” lançou uma série de episódios para a web, dê uma olha clicanco aqui.
Por Leonardo Esteves
O cinema americano sempre gostou de destruir a Terra. E quase toda destruição do planeta é sempre muito bem recebida nas bilheterias de todo o mundo. O recente “2012″, de Roland Emmerich, é o último exemplo do que se pode chegar em melhores resultados (estéticos e financeiros). As incontáveis destruições do planeta em película já foram muito bem associadas aos medos e temores de seu tempo (e Emmerich sem dúvida está entre os que melhor fazem isso atualmente).
Nos início dos anos 50, Robert Wise (que dez anos antes montara a obra-prima “Cidadão Kane”, do genial e também visionário Orson Welles, que por sua vez foi um dos que primeiro destruiu a Terra, só que pelo rádio, na famosa transmissão de “Guerra dos Mundos”) dirigiu “O dia em que a Terra parou”. O filme mostrava um alerta feito pelos próprios alienígenas que o homem seria o responsável pela própria aniquilação de sua existência (a ameaça não estaria vindo de outro lugar, mas da própria humanidade). Na época, o mundo ainda digeria o final da segunda guerra mundial e o lamentável episódio das bombas atômicas (Hiroshima, Nagazaki), que deixou claro para todo o mundo que o homem podia sim acabar com sua própria espécie.
Desde 1951 até 2008, quando Hollywood resolveu ressucitar o filme numa refilmagem assinada por Scott Derrickson, o mundo não conheceu a invasão alienígena fora do cinema e o que pior aconteceu veio mesmo pelas mãos do homem (Vietnã,ditaduras militares na América Latina, 11 de Setembro e um crescente esvaziamento artístico na indústria cultural mundial). A direrença entre os dois filmes é gritante. Wise era um visionário e seu “Dia em que a Terra parou” é um trabalho preocupado com seu tempo (assim como Emmerich é hoje – seus filmes dialogam criticamente com seu tempo: em “O dia depois de amanhã” os EUA são destruídos e um aviso mais ou menos assim é anunciado “Os países da América Latina que receberem os americanos terão sua dívida externa perdoada”… maravilhoso!). O novo “Dia em que a Terra parou” parece estar completamente destituído de seu discurso original (e batido, já que sabemos mesmo que o homem é mesmo o maior devastador do meio ambiente, algo que há 50 anos atrás ainda era uma tendência e não um fato consumado).
“O dia em que a Terra parou” (o novo) estréia sábado às 22h no Telecine Premium, com diversas reprises ao longo da semana.
O dia em que a Terra parou” (o velho), passa no mesmo dia às 20:15 no Telecine Cult.
Dê uma olhada em um dos números musicais de “Glee” do episódio dessa semana.
16/11 a 20/11
A semana começa uma comédia romântica que tem passado muito nos últimos tempos mas que vale a pena, “10 coisas que eu odeio em você” é baseado em “A Megera Domada” e tem Heath Ledger como um dos protagonistas. A noite no mesmo dia e no mesmo canal tem “Missão Impossível 3″, dirigido por JJ Abrams o criador de “Lost”. Terça tem jogo da Seleção Brasileira de Futebol, o último amistoso desse ano contra a seleção de Omã, isso mesmo vamos jogar contra a “fortíssima” seleção de Omã.
Quarta, como sempre, tem futebol. Para o Rio tem Fluminense x Cerro, segunda partida das semi-finais da Copa Sul Americana. Para o restante do país tem jogo pelo Brasileirão. Quinta tem “Babe”, o filme fez muito sucesso com as crianças na década de 90 e é perfeito para a Sessão da Tade. Na
Há 20 anos um marco da Guerra Fria vinha ao chão. O Muro de Berlim marcava o começo do fim de uma era em que o mundo era dividido entre capitalistas e socialistas, era o fim da toda poderosa União Soviética. O Jornal Nacional contou assim esse momento histórico.
Fazia tempo que não tínhamos uma semana com madrugadas tão boas. Tudo começa no domingo com uma ótima sequência, “Piratas do Caribe” no Domingo Maior seguido por “Notas sobre um escândalo” na Sessão de Gala. O primeiro filme é uma das aventuras de Jack Sparrow, maravilhosamente vivido por Johnny Depp, o segundo é uma disputa entre duas grandes atrizes, Judi Dench e Cate Blanchet, é um daqueles filmes imperdíveis para quem gosta de ver atuações incríveis.
Na segunda, na Sessão Brasil, tem Diogo Vilela vivendo o papel título de “O Coronel e o Lobisomen” de Maurício Farias. É uma forma leve de começar a semana. No Intercine de reça tem “Snatch – porcos e diamentes” competindo com “A Jurada”, o primeiro filme é muito melhor, mas o filme estrelado por Demi Moore não chega a ser um horror. Quarta, no mesmo Intercine, tem a disputa entre um filme razoável, “A Rede” com Sandra Bullock, e uma comédia das masis divertidas “Anaconda 2″. Sexta é dia de torcer pelo drama “Procurando Forrester”, não que seja um grande filme, mas dormir vendo Sean Connery sempre vale a pena.
Por Leonardo Esteves
Se o cinema brasileiro dos últimos 20 anos chegou a acenar, mesmo que discretamente, com o espírito das superproduções épicas que outrora caracterizaram as grandes produções hollywoodianas assinadas por um Cecil B. DeMille nos anos 30, 40 e 50 (entre outros), esse cinema foi dirigido por Sérgio Rezende.
A comparação entre os dois diretores citados acima parece estranha, mas Rezende, assim como DeMille, parece ter verdadeira paixão por super-produções históricas (“Cleópatra” e “Sansão e Dalila” de um lado, “Lamarca” e “Guerra de Canudos” de outro) e grandes orçamentos. O tempo e muitos milhões de dólares separam o trabalho desses cineastas. Rezende aposta em figuras históricas regionais enquanto DeMille dialogava com o mundo através de suas produções, certamente os maiores espetáculos da Terra naquele momento.
“Salve Geral”, última produção de Rezende, é o candidato brasileiro da vez para o Oscar. A violência atual, o maior espetáculo da Terra desse momento, é a tônica do filme e assume um discurso bastante épico, ecos de “Cidade de Deus”, “Última Parada 174” e o que de pior foi feito sobre o combate ao crime na cinematografia atual.
No entanto, essa obsessão em retratar heróis e anti-heróis (a galeria é extensa: Zuzu Angel, Mauá, Carlos Lamarca, Tenório Cavalcanti) foi algumas vezes abandonada pelo diretor. E o melhor que foi feito nesse sentido é um despretensioso e pouco falado filme chamado “Quase Nada” – o título está em plena conformidade com a obra se comparada às demais produções do diretor.
Se a fase atual de Rezende clama por um salvamento geral, “Quase nada” é seu melhor filme desde “Até a Última Gota”, seu primeiro trabalho. DeMille terminou sua carreira com o inesquecível “Os Dez Mandamentos”, um épico bíblico. Não poderia (ou talvez nem quisesse) mais voltar atrás (?) e fazer um filme pequeno. Rezende fez “Quase Nada” e voltou para as superproduções vazias de onde saiu para retomar sua filmografia autoral quase nada perto de sua obra “main stream”. DeMille era um cineasta americano em plena conformidade com seu tempo e área. Rezende não. Mas “Quase Nada” é um filme interessantíssimo. Talvez seja quase tudo o que o cineasta tenha dito em termos de cinema em sua carreira.
Definitivamente DeMille não pode ser comparado com Sérgio Rezende. E o diretor brasileiro tem uma vantagem sobre o diretor americano: seu projeto de superproduções não tem e nunca terá a abrangência da filmografia de DeMille, o que torna pequenos projetos como “Quase Nada” simpáticas e inspiradas lufadas de ar fresco em uma filmografia viciada na grandeza equivocada. DeMille talvez não pudesse mais voltar atrás e fazer algo diferente. Como um dos fundadores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, o diretor já estava completamente imerso na revolução que ele ajudou a criar. A coisa o consumiu de tal maneira que ele teve um ataque cardíaco no set de “Os Dez Mandamentos”. Voltou ao set depois de alguns dias em repouso, contrariando às ordens dos médicos. Tempos depois ele morreu do coração, “de cinema” (fazendo cinema), enquanto no Brasil morre-se tentando fazer cinema.
Rezende nunca vai fazer um filme como DeMille. No entanto, DeMille nunca fez um filme como “Quase Nada” – até por postura, sua obra ia na filosofia do “quase tudo”.
“Quase Nada” passa no Canal Brasil, na Seleção Brasileira, sábado as 23h.

Uma das mais esperadas estreias dessa temporada de séries finalmente foi exibida pelo canal ABC nos EUA, “V” é uma refilmagem de uma série de ficção científica dos anos 80. A história gira em torno de visitantes alienígenas, o V do título vem daí, que chegam a terra e dizem ser extremamente amigáveis, que estão felizes por encontrarem uma forma de vida inteligente no universo, que só querem ajuda para volta para casa e em troca deixarão para a humanidade seus conhecimentos avançados de tecnologia. O enredo é bem batido, mais batido do que ele só a descoberta que na verdade os visitantes não são bonzinhos e querem dominar a terra.

Não tem nada de inovador no piloto e nem nos personagens. Esse primeiro capítulo termina com Erica, Elizabeth Mitchell a Juliet de “Lost”, falando que vai participar da resistência contra os visitantes. Nada poderia ser mais óbvio, talvez só ela ter um filho que vai ficar todo amiguinho dos visitantes, mas espera, ela tem esse filho. O adolescente mala, que com tota a certeza vai frustrar um mar de tentativas da mãe de acabar com os visitantes ao longo da série, chama-se Tyler e já de cara fica apaixonado por uma das visitantes.

A única coisa mais legal do enredo mostrado até agora é mesmo Ryan, um dos visitantes que faz parte dos rebeldes que vão lutar contra a invasão. Essa linha de que qualquer pessoa pode ser um alien e não se tem como distingui-las faz a comparação com “Battlestar Galactica” ser inevitável, afinal os Cylons eram máquinas iguais aos humanos e os fãs passaram anos para conseguir descobrir quem eles eram, e olha que eram só 12 modelos. A comparação se torna ainda mais inevitavel quando vemos que um dos personagens principais é um Padre, o Jack, religião também era um tema importante em Galactica, mas em “V” entra mais para explicar a aceitação quase imediata da humanidade aos ETs.
“V” tem potencial para ser uma boa série de ação mas precisa igualar seu roteiro aos seus efeitos especiais. Vamos esperar para ver se Erica, Jack, Ryan e Chad conseguem envolver os telespectadores.
O apagão que atingiu grande parte do país na noite de ontem deixou milhões de brasileiros sem a possibilidade de assistir aos seus programas preferidos em pelno horário nobre. O jornanlista Daniel Castro noticiou em seu blog que para tentar amenizar o problema a Record vai reprisar a novela “Poder Paralelo” e o reality show “Ídolos” além dos últimos 13 minutos de “Bela, a feia”. O SBT vai seguir a mesma linha e reprisar o capítulo de ontem de “Vende-se um Véu de Noiva”. Na onda contrária a Globo e a Band não reprisarão nenhum dos seus programas.