Arquivo para agosto, 2008

Pontas famosas

Posted in Nerds do Bem, TV with tags , , on agosto 29, 2008 by Krol

Tenho com uns amigos uma espécie de jogo que fazemos sempre que assistimos filmes ou séries antigos, nós gostamos de recnhecer pessoas hoje famosas fazendo potas. Não precisa ser necessariamente famosa e reconhecermos já está de bom tamanho.

Revendo a primeira temporada de “Party of Five” me deparei com uma dessas aparições. Logo no segundo episódio Charlie Salinger – vivido por Mathew Fox o Jack de “Lost” – tem uma cliente/amante que é ninguém mais ninguém menos que a Dra. Weaver de “ER”. Demorei um pouco para reconhece-la sem a muleta.

Rob Thomas recria “Barrados no Baile”

Posted in Nostalgia, Séries, Séries EUA with tags , , on agosto 28, 2008 by Krol

O canal americano CW está apostando muito na refilmagem do clássico década de 90 “Barrados no Baile”, na verdade não bem uma refilmagem, é mais uma nova versão, com novos personagens o mesmo ambiente. Quem comanda essa nova empreitada no mundo dos ricos e belos jovens de Beverly Hills é ninguém menos de que Rob Thomas.

É a presença do criador da genial “Veronica Mars” que me faz aguardar ansiosamente essa nova versão. Como ele no comando espero um “Barrados” mais polêmico e menos família perfeita que mora em lugar dos sonhos. Thomas é um dos responsáveis pelo sucesso da primeira, e melhor, temporada de “Dawson’s Creek”, aquela em que Pacey tinha um caso com a professora e Dawson ainda não era tão mala. É de Thomas também a “culpa” em transformar uma história super pesada como a da primeira temporada de “Veronica Mars” em algo minimamente palatavel para os padrões puritanos americanos.

Se já não bastasse ter a frente do projeto o nome de Thomas as pelas idas e vindas que envolveram a participacão do elenco original nessa nova producão vem causando furor entre os fãs. A primeira a confirmar a presença foi Jennie Garth como Kelly Taylor, que agora deve trabalhar na High School como conselheira. Nada mais apropriado para um personagem que sobreviveu a quase tudo durante os anos de “Barrados”.

Outra que volta é Shannen Dorherty, a eterna Brenda. Shannen tem um histórico de encrenas, ela foi afastada de pelo menos dois seriados por briga com o o elenco. Em “Charmed” ela não admitia que Alyssa Milano tivesse mais desaque que ela e com isso Prue morreu bem antes do termino da série. No “Barrados” ariga foi com Garth, a coisa foi tão seria que na reunion elas nem se olhavam. Com esse histórico vai ser no minnimo divertido ve-las trabalhando juntas. Pra quem acompanhou o seriado original vai ser bom saber o que Brenda tanto fez em Londres para onde foi despachada para fazer um curso de interpretação e unca mais deu as caras.

Fui uma adolescente que acompahou “Barrados” na Globo, dublado e sem a abertura com o famoso tema. Torcia por Dylan e Brenda, não gostava da Kelly- que originalmente era a má da turma – me divertia com o Steve, enfim era uma adolescente normal. Mas depois de um tempo tudo perdeu meio a graça e fui deixando de lado, nem quado a Sony repetiu todas as temporadas tive vontade de rever, logo eu que reve qualquer coisa. Vou dar uma chaces para a nova versão por causa de Thomas, mas ele vai ter que me conquistar logo nos primeiros episódios.

O que vem por aí

Posted in Séries, Séries EUA with tags , , , , on agosto 27, 2008 by Krol

Agosto está chegando ao fim e com isso a nova temporada de seriados está prestes a começar. Já estava morrendo de saudades de Dexter, Meredith, House, os casos do três CSI, dos Walkers, enfim de toda uma gama de personagens que acompanho semanalmente. Além de tudo tem as estréias três delas são consideradas as principais”True Blood”, “Fringe” e “Dollhouse”.

Meu amigo Paul Torrent já trouxe pra mim os pilotos de “True Blood” e “Fringe”, ambos ainda inacabados, é verdade, mas deu para ter uma primeira avalição do que vem por ai.

Fringe

“Fringe” tem tudo o que JJ Abrams sabe fazer de melhor: muito mistério, bons personagens e uma mitologia própria que vai se construindo desde o primeiro momento. Novamente tudo começa em um avião. Agora o acidente não envolve uma queda mesmo assim todos os passageiros são vítimas. Diferente de Lost as primeiras cenas não são tão impactantes e, se você assistiu alguma vez “Arquivo X”, nem um pouco originais.

A história continua desenrolando e os personagens são introduzidos, nenhum se destaca. Joshua Jackson é para ser o grande nome do elenco, mas lhe falta algo para conseguir conquistar esse espaço.

Voltando um pouco as semalhacas com “Arquivo X”, nesse piloto, além de uma certa falta de ritmo, ficou bem claro pra mim que JJ bebeu demais na fonte criada por Chris Carter, não chega a incomodar, mas pode vir a ser um problema no futuro.

Li que esse piloto foi remontado. O episódio que assisti tem diferenças para o que foi exibido na Comic Com, mas nada muito radical. Agora é esperar pra ver como essa primeira temporada se desenvolve e cresce.

True Blood

A HBO resolveu apostar nos vampiros. Espécie que voltou a moda com o enorme sucesso do liro “Crepúsculo”. A idéia original não é de todo ruim: vampiros saem da clandestinidade depois que sangue sintético é descoberto, mas o desenvolvimento é péssimo.

O piloto que assisti não só falavam cenas como acaba do nada. Anna Pequin é o grande nome desse elenco e sustenta bem esse papel, o seu sotaque irritate do interior dos EUA é perfeito, o problema é todo do roteiro. Anna tem falas horrendas, coadjuvantes bizarros – no mal sentido – , e se tudo isso não fosse sufuciete tudo acontece do nada.

Bill, o vampiro que será o amor de Pequin, é super caricato e o fato dela se interessar por ele por que é incapaz de ler seus pensamentos – sim, o personagem de Pequin tem esse poder – é no mínimo forçado. Tudo no episódio parece artificial e mal resolvido.

Não li nada sobre refilmagens ou modificacões, mas elas deveriam acontecer. Como pior do que está é muito dificil ficar, vou acompanhar a primeira temporada, afinal é uma producão da HBO com uma boa idéia, pode vir a dar um caldo.

Dollhouse

O terceiro lancamento badalado é o novo Joss Whedon, e como uma nova fã de “Buffy” e “Dr. Horrible”, estou ansiosa para ver o que vem por aí. Li que “Dollhouse” teve o piloto refilmado, o que nunca é um bom sinal, mas é um projeto com o selo de Whedon e isso pra mim basta. É de longe a estréia que mais quero assistir.

Que setembro chegue logo e traga mais assassinatos de Dexter, mais mortos para os CSIs, House e Wilson voltando as boas, Meridith e Mcdreamy se entendendo, Ryan Walker sendo descoberto, Westeria Lane com um salto de cinco anos e a despedida dos formandos em “Friday Night Lights”.

Devaneios em busca do tempo perdido

Posted in Nostalgia, Séries with tags , , on agosto 26, 2008 by Krol
Buffy

Buffy

Assistir muitas séries tem suas desvantagens a principal delas e o fato de se perder muita coisa boa por falta de tempo. Foi mais ou menos isso que aconteceu comigo e Buffy. Tenho amigos e familiares que são muito fãs e que sempre me diziam que eu tinha que assistir a série de Joss Whedon de qualquer jeito. O tempo foi passando, a série acabou e eu só vi episódios soltos sem muita seqüência, mas nesse mid season estou corrigindo essa falha no meu histórico.

Assistir a uma produção que tem mais de dez anos é pura diversão. É acompanhar de novo as mudanças que vivi só que agora com olhar de observador e não como personagem. Nas primeiras temporadas o que mais surpreende e a diferente relação que todos tem com a tecnologia. Os computadores são praticamente inexistentes e Willow se diferencia exatamente por conseguir e saber lidar com computadores. A relação com a computação e tão difícil que até mereceu um episódio inteiro sobre os perigos que rondam a internet. Um demônio se liberta na rede e começa a influenciar os estudantes via chats. Era o meio da decada de 90 e a tecnologia inspirava muito medo e era vista com desonfiança, ainda não fazia parte do dia-a-dia de todos.

Buffy e Giles tem pagers – nada mais década de 90 – é bem verdade que eles não são mostrados e aparecem pouco até mesmo nos diálogos, mas estão lá como a última tecnologia. Isso me fez pensar de como “24” não existiria antes do ano 2000, você já tentou pensar no que seria de Jack Bauer sem um celular , de Cloe sem um computador ou como funcionaria a CTU? Impossível.

Voltando a Buffy. Pensa como tudo seria muito mais fácil se a Scooby gang tivesse celular, muitos problemas teriam sido rsolvidos de forma bem mais simples ou quem sabe nem teriam acontecido. Tudo isso são devaneios provocados pela a abstinência de seriados que, graças a Deus, está prestes a terminar.