Arquivo de outubro, 2009

Feliz dia das Bruxas

Posted in Cinema with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on outubro 31, 2009 by Krol

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Nosso negócio aqui no AM é falar de TV e não poderíamos deixar uma data tão significativa passar em branco. Ao invés de falarmos dos melhores episódios de Halloween das nossa séries favoritas resolvemos montar uma listinha com alguns filmes de terror, os que não podemos deixar de ver, os que não deveríamos ter visto, os que temos sempre que rever e os mais clássicos vilões.

Três filmes conseguiram entrar na nossa lista dos melhores filmes de terror. Duas obras de dois maravilhosos diretores, “O Iluminado”, de Stanley Kubrick, e “Psicose”, de Alfred Hitchcock. Eles estão lado a lado com o grande sucesso estrelado por Linda Blair, “O Exorcista”.  Fazendo companhia a filmes que fizeram muita gente ter pesadelos temos as sagas que eternizaram vilões: “Sexta-Feira 13” , “Hora do Pesadelo”, “Brinquedo Assassino” , “A Profecia”, “Halloween” e “O Chamado”.

Nós também não esquecemos dos clássicos, os novos e os eternos, como “O Bebê de Rosemary”, “Frankenstein” , “Drácula” (os estrelados por Bela Lugosi e por Gary Oldman), “Os Outros”, “Um Lobisomem Americano em Londres”, “O Orfanato” e “Wolfman”. Fizemos nossa listinha de terror teen também com “Pânico”, “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado” e “Trick r’ Treat”.

Para fechar nossa modesta lista temos aqueles filmes que você leitor não deveria perder seu tempo assistindo, são eles: “Lenda Urbana” e “Chamada Perdida”

Da telona para a telinha

Posted in Séries with tags , , , , , on outubro 30, 2009 by Krol

Por Leonardo Esteves

“Os Normais – O filme” , um campeão de bilheteria em 2003, passa no Supercine, às 23:05. Oriundo da extinta série de TV homônima,o filme ganhou uma continuação recente nos cinemas. Terminada em 2003, ano que consagrou o produto com o lançamento do longa-metragem nas salas de cinema, a série contava as “aventuras” de Rui e Vani, – um casal que, a julgar pelo nome, é normal.

E qual é a graça em assistir a um casal normal? Confesso que não sei! E talvez os próprios criadores não saibam bem. Mas muita gente parece saber porque a série era um sucesso e os filmes, idem.

O programa não durou muito (apenas dois anos) se comparado com medalhões como “A Grande Família” e “Sai de Baixo” – este último inclusive lançou uma das roteiristas de “Os Normais”, Fernanda Young, que veio a adquirir uma carreira posterior vinculada a sua imagem e que culminou no que talvez seja hoje a pior coisa da TV paga, “Irritando Fernanda Young”. Completamente anormal. E talvez a série tenha durado pouco porque não tinha muito pra onde ir, o que dizer e, acima de tudo, o que ser.

“Os Normais” não podem ser normais por serem representados por dois humoristas que, aos olhos do público médio, não é normal. E a graça, teoricamente, começaria mesmo aí. Uma música bem popularesca, um ícone do gênero brega, ilustra bem o espírito “normal”. Uma música que talvez os normais por trás “dos normais” não escutem. Para o público médio, não precisou mais do que isso. É ele quem talvez escute a música brega e é ele que é normal, mas queria ser um normal famoso.

A passagem da série de TV para o cinema foi sintomática. E foi mesmo com “Os Normais” no cinema que vimos uma pobreza visual gigantesca (tanto na cultura de imagem que falta ao diretor, na composição dos planos, mise-en-scène, etcs, quanto na forma de captar o filme, com câmeras que funcionam para a TV, e não para o cinema).

E hoje é absolutamente “normal” assistirmos em outras transposições como a já citada “A Grande Família”, sérios problemas técnicos: som ruim, fotografia péssima; e estruturais: roteiros “qualquer coisa”, direção de atores no piloto automático. Mas não vamos perder de vista que “A Grande Família” é uma verdadeira obra-prima comparada com “Os Normais” (na TV e no cinema também).

Com isso, podemos dizer que “Os Normais” é um produto fidelíssimo ao nome. É mesmo normal nos dias de hoje (tanto a série quanto o filme, o que sustenta o plural do título) assistirmos a esse tipo. E fidedígno também. Merece o nome que tem, é um verdadeiro e confiável mostruário das tendências que hoje caracterizam os meio audiovisuais.

E os tais normais têm uma nova chance de chegar ao patamar de “Os Normais”, afinal. Eles podem participar de grandes promoções temporárias como Big Brothers e afins. Podem durar até dois anos, como a série, mas dificilmente vão chegar aos cinemas. Serão o normal, e não os normais.

Nathan Fillion é o cara

Posted in Séries EUA with tags , , , on outubro 28, 2009 by Krol

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“Castle” começou como uma série que não trazia absolutamente nada de novo e que mesmo assim divertia. Com esse conceito ganhou uma nova temporada sem fazer muito esforço e agora conseguiu uma temporada completa. O segredo desse sucesso? Nathan Fillion.

Fillion faz o espectador achar que ninguém além dele seria capaz de interpretar Richard Castle com a mesma maestria. Castle é um escritor bon vivant, um ótimo pai e filho, escritor de sucesso, talentoso e que trabalha com a polícia. Um papel que apenas o Captain Hammer, de “Dr. Horrible’s Sing-Along”, poderia mesmo fazer.

Castle e Beckett

A dinâmica entre Castle e Beckett está ficando cada vez melhor. O episódio em que ele tem uma possível proposta para escrever uma série de livros de 007 é particularmente bom para ilustrar o relacionamento dos dois. Stana Katic (Beckett) está bem no papel, mas quem sustenta a série é Fillion, sem dúvida.

Um dos elementos que chama atenção na história de “Castle” é que o canal ABC resolver usar um livro como forma de propaganda. O livro que Castle escreve ao longo da primeira tempora, aquele que tem Beckett como inspiração. O livro está vendendo muito bem.

Episódios temáticos no Halloween

Posted in Papo Aleatório, Séries EUA with tags , , , , on outubro 27, 2009 by frinigeorga

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Halloween é, sem dúvida alguma, a melhor época do ano. Como amante dos filmes de terror, nada melhor do que rechear a mesa de centro de guloseimas e me deixar assustar por filmes de terror na TV. Mas o Dia das Bruxas também é um momento ótimo para curtir episódios temáticos de nossos seriados favoritos. Dois que me marcaram foram exibidos em “Buffy – a Caça-Vampiros” e “Dead Like Me”.

No primeiro Halloween de Buffy em Sunnydale, a jovem Caçadora quer impressionar seu vampirão Angel. Para isso, ela se fantasia como uma dama da época dele, com direito a peruca longa e negra e vestido daqueles de tirar o fôlego (de tão lindo e por causa do corpete). A maioria dos personagens compra suas fantasias ou acessórios na mesma loja que – claro- pertence ao vilão do episódio. Ou seja, depois de um feitiço, todos os consumidores se transformam em suas fantasias e a destemida Buffy, em uma dama frágil e mala. Além de divertido, o episódio foi romântico e isso é ponto para Buffy.

Em “Dead Like Me”, o Dia das Bruxas é o único dia em que os mortos mostram seu verdadeiro rosto. Ou seja, nesse dia, Lass poderia ser identificada por parentes se eles a vissem, já que como Ceifadora, a jovem morta tem outra aparência e pode interagir com familiares sem eles suspeitarem sobre quem ela é. O episódio é nostálgico para os personagens e triste para a irmã caçula de Lass, pois era a irmã falecida que, quando viva (óbvio), a levava em busca de doces. Destaco a cena final em que mãe e irmã de Lass adormecem perto de seu túmulo como homenagem e Lass deixa doces para a irmã que, por sua vez, a avista durante as últimas horas de Halloween. Sem óculos, mas a jovem, no fundo, sabe quem era. Lindo, lindo!

E agora fico com os dedos cruzados para curtir o episódio temático de “The Vampire Diaries”. Segundo o Twitter de Nina Dobrev, que interpreta a protagonista Elena no seriado, o episódio do Dias das Bruxas está incrível, com uma grande reviravolta e muito mais. E o que será que Dean e Sam Winchester têm em mente para essa época do ano em “Supernatural”?

Doce E travessura, pessoal!

Inversão em Three Rivers

Posted in Séries, TV with tags , on outubro 26, 2009 by Krol

A nova série de Alex O’Loughlin, o Mick St. John de “Moonlight”, mostra o dia-a-dia da central de transplantes nos EUA. “Three Rivers” (veja o trailer) começou chamando a atenção do telespectador por um aparente erro de continuidade, o primeiro episódio que foi ao ar (“Place of Life”) era na verdade o segundo, com isso a série começou já com um dos personagens, o Ryan, como integrante da equipe . “Ryan’s First Day”, como mostra o título, foi produzido para ser o piloto da série mostrando o primeiro dia de Ryan na central de transplantes.

O canal Universal, que axibirá a série no Brasil, resolviu seguir a risca o que ocorreu nos EUA e exibirá a série com os dois primeiros capítulos invertidos.

Boa da semana

Posted in Boa da semana, Cinema, Esporte with tags , , , on outubro 26, 2009 by Krol

26/10 a 30/10

Começamos com uma comédia bobinha que pertence a Sessão da Tarde, “Beethoven” é um bom filme infantil, diverte e só. Na quarta tem dois filmes que competem no horário da tarde, primeiro no SBT “Sabrina”, a bruxinha adolescente foi até série de tv na década de 90 e o filme que deu origem a tudo estará no Cinema em Casa. Quase na mesma hora, na Sessão da Tarde, tem “O Casamento do Meu Melhor Amigo”,  a comédia com Julia Roberts e Cameron Diaz é um bom filme mulherzinha e a cena no restaurante com todo o elenco cantando é o que fica na cabeça do espectador. No Cinema em Casa passa também “Scooby Doo”, não é tão bom quanto o desenho, mas ver Salsicha e cia é sempre muito bom.

Na sexta temos novamente a briga de horários entre a Sessão da Tarde e o Cinema em Casa. O SBT ganha fácil apresnetando a ótima animação “A Noiva Cadáver” de Tim Burton. A concorrência não é ruim, mas “MIB – Homens de Preto” é uma história de invasão alienigena com muito humor, fez até mais sucesso que seu concorrente, mas a animação inglesa mora no meu coração.

Nessa semana também tem o último Grande Prêmio de Fórmula 1, em Abu Dhabi, o campeonato já está decidido, mas é sempre bom ver uma corrida no domingo pela manhã, afinal outra só em 2010.

Pérolas da tv brasileira

Posted in Nostalgia, Pérolas da tv, `Tá na rede with tags , , on outubro 25, 2009 by Krol

Esse ano Xuxa faz 30 anos de carreira. Vamos relembrar o começo de carreira da Rainha dos Baixinhos na extinta TV Manchete. Aí vai a loira no Clube da Criança,  programa que também revelou Angelica.